quinta-feira, 3 de abril de 2014

TOP 10 piores remakes da música eletrônica

Muitos hits que se tornam sucessos nas pistas pelo mundo a fora são regravações de clássicos, que apenas ganham uma nova roupagem em forma de música eletrônica e acabam ressurgindo nas paradas.

Isso é muito comum no mundo no cenário EDM. O sucesso de alguns hits é tanto, que muitas pessoas passam a conhecer os clássicos somente quando a versão dance cai no gosto popular.
Nesse post, irei apontar os piores remakes que a música eletrônica ressuscitou através de regravações não tão magníficas:

Lançada originalmente em 1989 e regravada em 2008 pelo próprio Guru Josh, "Infinity 2012" continuou com seu refrão marcante, porém perdeu as batidas que foram imortalizadas em 2008, fazendo com que a faixa perde-se sua identidade. "Infinity 2012" teve sua produção comandada pelos DJ's Antoine e Mad Mark.


O clássico "The Rythm of The Night", originalmente lançado em 1993 pela brasileira Corona tornou-se um verdadeiro hino dos anos 90. Em 2012 o hit foi regravado pelo projeto alemão Cascada, a nova roupagem ficou bem diferente da original, ganhou até trechos de rap, mas apesar de ter obtido uma boa recepção pelo público amante de dance music, a música seguiu um estilo completamente diferente do grupo e gerou uma decepção por parte da maioria dos fãs. A fórmula é parecida com a do grupo Lasgo, mas sem tem tanta descaracterização do projeto, pois apesar de "The Rythm of The Night" ter uma sonoridade bem diferente das faixas anteriores do Cascada, você ainda reconhece que se trata do mesmo grupo, já em "Something" não podemos dizer o mesmo.

Royal DJ`s antes conhecidos como Royal Gigolos, sempre possuíram a fama de produzir remakes no cenário eletrônico, como Gigolos, o projeto já nos apresentou os remakes de "California Dreaming" em sua primeira versão, "Self Control", "No Milk Today", "Get The Party Started" e a ótima "Somebody`s Watching Me". Em 2010 em procura de um novo fôlego o grupo mudou seu nome e relançou seu single de maior sucesso, agora intitulado de "California Dreaming 2010", como resultado, a faixa não vingou e não ficou tão legal como a primeira versão apresentada pelos DJ's, com isso, "California Dreaming 2010" é mais um lançamento desnecessário feito pela industria da música.

"Summer Jam", um hino da música eletrônica, lançado em 2000 pelos alemães do The Underdog Project, ganhou mais uma nova roupagem [em  2010, essa mesma música ganhou um remix do Eric Chase, que rendeu a volta às pistas atuais, sem contar que se consagrou como um hino na versão Summer Jam 2003]. Desda vez, sob produção do projeto também alemão R.I.O., a nova versão ganhou trechos de RnB mesclados com batidas dance e um vocal soul modernizado. A música não ficou totalmente ruim, mas não chega aos pés da original.

Novaspace é um projeto de Euro-dance e Vocal Trance especialista em regravar hits dos anos 80 composto por Jessica Böhrs e Jenny Marsala.  O trabalho mais visado do grupo é a faixa "Time After Time", um remake dos anos 80 feito pelo grupo em 2002, originalmente a faixa em questão foi gravada por Jessica em 2002, -  mas em 2006 a mesma resolveu sair do grupo. Novaspace ficou inativo até 2008 quando Jenny Marsala resolveu assumir os vocais, lançando em 2009 uma nova versão do maior sucesso do projeto, o single ficou intitulado "Time After Time Rebirth", e o grupo passou a usar o slogan "Next Generation".

O projeto Groove Coverage recentemente lançou o seu mais novo single, intitulado "Tell Me", o single foi lançado exclusivamente como parte da compilação "Urban Dance vol. 7", que foi lançada em 24 de janeiro.

O novo single é um cover da faixa "Always On My Mind" do cantor Elvis Presley / Pet Shop Boys. O Groove colocou muita expectativa em cima de "Tell Me",e quando a faixa veio para as massas o resultado foi desastroso, o novo single foi totalmente ignorado e vários fãs se decepcionaram, principalmente com o clipe que muitos chamaram de "broxante". Particularmente achei a faixa péssima! Confira:

"Heaven", é um cover da faixa originalmente lançada por Bryan Adams, lançada em 2010 pelo projeto ItaloBrothers. A faixa faz parte do álbum "Stamp", que também foi lançado em 2010. A nova "Heaven" não ficou boa e graças a "alá" ela não vingou. Vale lembrar que em 2002 o DJ Sammy fez um ÓTIMO remake de "Heaven" e graças a ele a música foi imortalizada.


"Turn The Lights Off", faixa originalmente lançada por Jos Klaste, conhecido como DJ Jose em 2007, que tinha os vocais de Jeremy Carr, ganhou uma regravação em 2010 pelas mãos dos dinamarqueses DJ Kato e Jon Nørgaard, que ficou responsável pelos vocais da nova versão. Como esperado eles destruíram a faixa e fizeram um hit de 2007, virar uma faixa enjoativa. Só para constar os vocais de Jon nem se comparam com os de Jeremy Carr. Ouçam e tirem suas próprias conclusões!


Após 10 anos em que "Pump It Up" foi lançada, o cantor Danzel relançou seu maior sucesso, intitulado "Pump It Up 2014" o hit ganhou uma nova roupagem e desta vez o cara vem acompanhado do DJ F.r.a.n.k.
O remake é totalmente dispensável e desnecessário, a faixa original é infinitamente superior. Pelo ponto de vista mercadológico, eu achava que tinha possibilidade dela fazer sucesso novamente, afinal as pessoas ouvem praticamente qualquer coisa que se é lançada atualmente, mas a faixa super flopou e a maioria dos terráqueos sequer sabem de sua existência.


Lasgo sob o os vocais de Jelle Van Dael, resolveu regravar o seu maior hit, - "Something". A faixa dividiu opiniões no mundo inteiro, conquistando novos fãs e fazendo a maioria dos antigos ficaram revoltados. Intitulada "Something 2013" o novo single veio ao mundo para simbolizar uma nova fase, uma nova sonoridade, [com acordes do super mario rsrsr] e principalmente lembrar que Lasgo é um novo projeto e apenas o nome foi mantido. 

A faixa é tão previsível e clichê que chega a ser interessante, é basicamente um retrato do cenário "atual" que a música eletrônica vive. Resumidamente o grupo está jogando no liquidificador todas as tendências que os jovens curtem hoje em dia. Enquanto na versão original a vocalista Evi esbanjava melancolia e delicadeza nos vocais, Jelle trás uma "Something" totalmente oposta, com o aclamado e ao mesmo tempo odiado dubstep [sem esquecer dos acordes do super mario '66 rsrsr], os vocais não expressão qualquer sentimento e sobra espaço até mesmo para um rap, introduzido pelo queridinho da bélgica Taylor Jones.   



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