Review: Veja o que achamos sobre o "Bionic Jean" da Britney Spears, Oops!
Nem me importo que o “Britney Jean” estreou em #4 com aproximadamente 107 mil cópias na semana de estréia, sendo a pior até que “Baby One More Time”, que foi lançado em uma época em que ninguém sabia que Britney existia. Nem só de números vive um álbum, porém é justo dizer que provavelmente “Britney Jean” é o novo “Bionic”, apenas com a diferença que o projeto de Aguilera tinha muito mais conteúdo e personalidade e estava muito a frente de sua época, já o de Spears é apenas ok.
“Britney Jean” cumpre o que promete, é um projeto mais pessoal que envolve mais a cantora em seu time de produção, porém após seu passado conturbado é de se esperar que a gravadora não "abra as pernas" literalmente na produção, é ai que entra o will.i.am, que ficou responsável pela produção do álbum junto com mais alguns, incluindo o holandês Nicky Romero, todo o time foi escalado para garantir que mesmo sendo mais pessoal o projeto deve fazer sucesso, resumindo façam farophas.
Primeiro vamos parabenizar o will.i.am e a Britney por fazer do CD “mais pessoal” dela, algo super genérico, datado, recheado de auto-tune (coisa que ela não precisa pois canta desde que eu nasci rsrs), e não podemos deixar de mencionar a péssima equipe de marketing que além de criar uma capa hiper simplória para o álbum, sequer pensaram em mover um dedo para divulgar o mesmo.
Produzida por William Orbit, "Alien" é uma baladinha (pra gente não interessa então rsrsrs) que abre os trabalhos de "BJ". A faixa é arriscada e trás uma vibe bem "calm down", o ‘naralon, naralon, naralon’ (que na verdade é ‘not alone, not alone, not alone’) de seu refão gruda na cabeça e respira ar fresco vindo de Britney, sabe aquele cheirinho de algo novo quando compramos um carro?
Porém com seus 3 minutos e 55 segundos de duração, a faixa se torna super enjoativa na segunda vez que em se ouve.
A segunda faixa do álbum é “Work Bitch” que bem… é “Work Bitch” enfim, poupo-me de estender minha explanação!
A faixa foi produzida por Sebastian Ingrosso e will.i.am porém é genérica, tem letra "chula" sem criatividade alguma e falhou miseravelmente como carro-chefe, sendo que sua péssima divulgação foi o principal fator disso. Por um outro lado a faixa seria um bom lead-single se fosse bem divulgada, pois não teria nada pior no álbum e isso causaria uma certa "surpresa" quando os fãs ouvissem o restante da tracklist, a faixa é de certa forma mais "pessoal", tem uma pegada euro-dance com direito até a um sotaque britânico nos vocais de Britney e para finaliza a faixa ganhou um ótimo clipe, porém teve todos esses pequenos detalhes que atrapalharam seu sucesso comercial.
Já "Till It's Gone" é a menina dos olhos da maioria dos fãs que chegaram a comparar a produção com o renomado grupo belga Lasgo, essa sim lembra e muito as produções de Nicky Romero inclusive com o já datado dubstep, que apesar de tudo funciona bem com a faixa, essa é a produção "farofistica" que mais gostamos no álbum.
Após deixar bem claro que as "bitches" tem que trabalhar muito para ser igual a The Britney em "Work Bitch", a cantora resolve passar e deixar seu "cheiro de quenga" para as inimigas com a faixa "Perfume", que apesar do time de produção afirmar que o disco possui pouquíssimo auxilio do auto-tune e pior ainda foi afirmar que "Perfume" não contém o tão falado programa (sobre a faixa Body Ache também foi dito que não contém auto-tune), não consigo ouvir esta composição de Sia em forma de uma baladinha sem que meus ouvidos "sangrem" de tão estranho que está os vocais. O grande defeito deste álbum inteiro se repete novamente nesta faixa, que consiste em letras bobas e sem o mínimo de criatividade, os "vocais" de Britney estão super graves e a faixa não ficou ruim, o pecado dela está em sua total simplicidade que desta vez não vingou.
Em versão uma repaginada de Scream and Shout, Spears nos apresenta uma faixa descartada do álbum #willpower intitulada "It Should Be Easy", que conta com nada menos que David Guetta, Nicky Romero e o próprio will.i.am (nos vocais também) em seu time de produção . "It Should Be Easy" foi feita apenas para encher linguiça, é uma farofa bem a cara do David Guetta e do "Will", porém não remete em nada as produções de Nicky Romero que tem as ótimas "Like Home" e "Legacy" em parceria com as NERVO e Krewella respectivamente, a faixa não de tudo ruim porém não acrescenta em nada ao álbum.
Na 5ª faixa, é introduzida a segunda parceria do álbum, intitulada "Tik Tik Boom", numa colaboração com o rapper T.I., a faixa é tudo o que a cantora havia prometido desde o começo da produção do álbum e segue um estilo bem urban, com fortes "beats".
Falando fortes batidas, a seguir "Body Ache" e "Till It's Gone" irão fazer seus pés incharem de tanto dançar, "Body Ache" é a tipica "Coca-Cola" que só faz pressão e quando chega ao que interessa, você se pergunta "aahhh é só isso??"
A faixa promete muito e cumpre pouco, novamente o time de produção envolve David Guetta (tá explicado rsrsrs).
Como nosso blog é de música eletrônica não acho válido aprofundar muito nas próximas faixas pois nenhuma delas segue o estilo, "Passenger" que foi composta por Sia, Katy Perry e Diplo é o único destaque deste desfecho do álbum, pois trás um estilo diferente do que estamos acostumados a ouvir de Britney. "Chillin' With You" , "Don't Cry" são as últimas duas faixas do álbum e voltamos para as baladinhas, quem gosta do estilo irá adorar as faixas pois ambas são ótimas baladas.
Devemos dar destaque a uma faixa da versão Deluxe do álbum, intitulada "Now That I Found You" a faixa é super dançante e remete a produção como Wake Me Up e Timber de Avicii e Pitbull respectivamente, fazendo com que Neyde se renda os modismo eletro-country. Para concluir queremos deixar claro que esperávamos infinitamente mais desta produção e dizer que Britney fez bem o seu trabalho, todo o time de produção e a gravadora que miseravelmente falharam ao entregar um produto previsível e sem o minimo esforço para que o mesmo desse certo comercialmente.
Ps. estamos apaixonados por "Till It's Gone :P
Marcadores: Britney Jean, Britney Spears, Review



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