• OPINIÃO | UMA BREVE ANÁLISE DE “RIOT ON THE DANCEFLOOR”, O NOVO ÁLBUM DO GROOVE COVERAGE •
Antes de começar a falar sobre o álbum, preciso fazer uma ressalva: é gratificante para mim, que sou um puta amante de dance music, poder ouvir em 2012 o álbum de um projeto que possui uma trajetória desde 1999 e perceber como o som deles nunca mudou ou caiu de qualidade. Desde o início, o Groove Coverage vem mantendo o mesmo estilo e só veio evoluindo em sua sonoridade ao longo dos anos, respeitando as raízes do bom e velho euro dance de "puro-sangue". Sinceramente, me emociona ouvir um álbum tão bom assim [sim, música eletrônica me emociona... #FATO], como eu não ouvia há muito tempo.
Como eu já havia falado aqui no blog, o álbum Riot On The Dancefloor trás 15 faixas, dentre estas os singles avulsos que o Groove Coverage veio lançando desde 2010 até o momento: Innocent (2010), Angeline (2011) e Think About The Way (2012).
Além dos singles conhecidos, temos também a ótima faixa escolhida como carro-chefe e título do CD. Riot On The Dancefloor é uma ótima música, bem ao estilo do projeto alemão.
Além dessas faixas que já conhecemos, o álbum trás 4 remixes para os hits que já foram lançados como single e uma nova versão para Moonlight Shadow, com uma batida similar à de Innocent, a partir da segunda estrofe, mesclada a um rap básico. Ouça como ficou:
Em Dangerous, uma faixa com ótimo potencial para um próximo single, o charme fica por conta dos beats despojados e do vocal perfeito de Melanie cantado em baixo tom na primeira estrofe.
Darkness já segue um estilo mais melancólico na introdução e agressivo nos beats do refrão.
Shout é uma fofura. Amei *-*
As faixas mais peculiares, que seguem um estilo diferenciado, são as baladinhas electro pop The World Is Mine e I Want It, e uma faixa romântica ao piano chamada All That Matters [que me lembrou vagamente Hurt, da Christina Aguilera].
Conclusão: Riot On The Dancefloor é a cara do Groove Coverage, a começar pela capa, que trás as tradicionais garotas sexy de biquini, marca registrada do projeto alemão em capas de seus álbuns e singles. É um alívio atestar, ouvindo este CD, como eles não tentaram fazer algo da "modinha", simplesmente buscaram fazer o que eles sabem de melhor: produzir um puro e simples euro dance de raiz, só que de um jeito despojado... Tipo, com esse álbum novo o Groove Coverage sambou de salto-alto na cara de outros projetos da dance music, tais como o Cascada, outro projeto alemão de renome, potencial, com ótimos profissionais envolvidos no trabalho, mas que tem feito uma farofada ultimamente [com excessão de Summer Of Love, que foi um grande acerto] e até mesmo dos veteranos belgas Lasgo e AnnaGrace, que eu amo de paixão, mas que ultimamente também têm produzido umas coisinhas meia-boca, que dá pra ouvir e gostar, mas não dá pra ouvir e sentir: "OMG... Era por isso que eu estava esperandOo *-*"... E tipo, quando eu ouvi Riot On The Dancefloor inteirinho, eu senti: "OMG... Era por isso que eu estava esperandOo *-*"
Em Dangerous, uma faixa com ótimo potencial para um próximo single, o charme fica por conta dos beats despojados e do vocal perfeito de Melanie cantado em baixo tom na primeira estrofe.
Darkness já segue um estilo mais melancólico na introdução e agressivo nos beats do refrão.
Shout é uma fofura. Amei *-*
As faixas mais peculiares, que seguem um estilo diferenciado, são as baladinhas electro pop The World Is Mine e I Want It, e uma faixa romântica ao piano chamada All That Matters [que me lembrou vagamente Hurt, da Christina Aguilera].
Conclusão: Riot On The Dancefloor é a cara do Groove Coverage, a começar pela capa, que trás as tradicionais garotas sexy de biquini, marca registrada do projeto alemão em capas de seus álbuns e singles. É um alívio atestar, ouvindo este CD, como eles não tentaram fazer algo da "modinha", simplesmente buscaram fazer o que eles sabem de melhor: produzir um puro e simples euro dance de raiz, só que de um jeito despojado... Tipo, com esse álbum novo o Groove Coverage sambou de salto-alto na cara de outros projetos da dance music, tais como o Cascada, outro projeto alemão de renome, potencial, com ótimos profissionais envolvidos no trabalho, mas que tem feito uma farofada ultimamente [com excessão de Summer Of Love, que foi um grande acerto] e até mesmo dos veteranos belgas Lasgo e AnnaGrace, que eu amo de paixão, mas que ultimamente também têm produzido umas coisinhas meia-boca, que dá pra ouvir e gostar, mas não dá pra ouvir e sentir: "OMG... Era por isso que eu estava esperandOo *-*"... E tipo, quando eu ouvi Riot On The Dancefloor inteirinho, eu senti: "OMG... Era por isso que eu estava esperandOo *-*"
Marcadores: groove coverage, opinião, resenha



3 Comentários:
Cara é por isso que curto o blog, salvo o seu post,muito bom mesmo...
grande abraço.
Comprei agora este cd , tenho tds os outros cds e singles ... amo de paixão ..... sua analise foi otima!!
Vlw aew :D
Fico feliz que tenham curtido a análise ;)
Só é uma pena que o Groove Coverage não tenha explorado mais o álbum né?
Tantas faixas boas que poderiam ser lançadas como single... Mas na Home Page do site oficial deles ainda consta a nota de lançamento de "Riot On The Dancefloor" como single, de junho do ano passado ainda :/
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